PROGRAMA DE COMBATE A PRAGAS DO ALGODÃO RECEBE INVESTIMENTOS E SE MANTÉM ESTRUTURADO PARA PRÓXIMAS SAFRAS NA BAHIA
Durante reunião do Conselho Gestor do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), nesta terça-feira (7), foi aprovada a renovação de investimentos nos próximos três anos para o Programa de Monitoramento e Controle de Pragas do Algodoeiro da Bahia. Deverão ser alocados recursos no valor de R$ 925,051 mil para a safra 2017/2018, R$ 3,366,579,35 para a safra 2018/2019, e R$ 3.364.080,78 na safra 2019/2020. Os recursos vão permitir a manutenção do Programa Fitossanitário do Algodão desenvolvido pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) mantendo o suporte aos agricultores na prevenção e combate às doenças e pragas do algodão.
Para o presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Júlio Cézar Busato, o Programa Fitossanitário é um dos principais pilares de atuação da entidade. “Com estes recursos, vamos trabalhar para nos mantermos como referência em monitoramento do bicudo e mobilização direta junto aos agricultores e técnicos que atuam nas fazendas”, explica ele, que também integra o conselho gestor do IBA. Na última safra, os produtores de algodão atingiram uma produtividade média recorde de 310 arrobas/hectare. Além da regularidade das chuvas, os resultados também podem ser creditados ao Programa Fitossanitário.
"Estamos, todos, fazendo o dever de casa e seguindo firmes no combate às pragas, estimulando o envolvimento de produtores, gerentes de fazendas, consultores e dos pesquisadores de defesa agropecuária”, explica Busato, ao mencionar que houve redução da quantidade de inseticidas no campo e dano zero com o bicudo do algodoeiro na maioria das lavouras de algodão na safra 2016/2017. Na década de 80, a praga destruiu cerca de 4 milhões de hectares e, desde então, é uma preocupação constante na cadeia produtiva do algodão.
Para tornar mais eficaz e abrangente esta atuação, o Programa vem funcionando com 18 Núcleos Regionais de Controle, distribuídos nas regiões produtoras de algodão no Oeste e Sudoeste baiano, formados por 13 profissionais que atuam no monitoramento, orientação e mobilização dos produtores para prevenção e combate às doenças e pragas.
Dentre as estratégias determinantes para o sucesso do Programa Fitossanitário, está a destruição das soqueiras e restos de cultura durante o vazio sanitário do algodão, determinado por lei sanitária estadual, e que se estende até o dia 20 de novembro. Por meio deste programa, também é promovido o trabalho na orientação dos condutores das cargas, alertas para formas de acondicionamento do algodão e suporte ao cumprimento da portaria da Agência Baiana de Defesa Agropecuária (Adab), que dispõe sobre o transporte de capulho, sementes e caroços de algodão.
Araticum 08/11/2017
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