As cidades crescem, se desenvolvem e, ao lado disso, vivem os
contrastes resultantes do movimento acelerado de urbanização ocorrido nas
últimas décadas, que reflete de forma direta na qualidade de vida de seus
habitantes. Nesse panorama de caos aparente em que os problemas são maiores que
as soluções, a gestão de um município, pela complexidade de suas tarefas e
elevado volume de recursos e pessoas envolvidas em suas realizações, não pode
correr o risco e improviso. Planejar é preciso, para priorizar iniciativas em
razão das necessidades e capacidade do município e, sobretudo decidir aonde se
quer chegar e acreditar que o futuro pode ser construído.
Planejar é construir a ponte entre o sonho e o possível. Um
prefeito que reúne a sua equipe para pensar a cidade, planejar, é um prefeito
que se propõe, no mínimo, fazer um governo diferente, ou melhor dizendo ir além
do seu tempo, estabelecer objetivos estratégicos, metas e ações visando elevar o
seu governo ao nível de gestão de resultados efetivos para a sociedade. O
planejamento é, sem dúvida, a única forma de racionalizar recursos e promover
as mudanças que as cidades precisam.
Cabe aos administradores públicos abandonar a posição de
meros gerenciadores de problemas e assumir definitivamente o papel que a novas
formar de governar lhes confere, o de formuladores e executores de projetos de
desenvolvimento local.
Antes de os objetivos serem estabelecido e de se iniciar o
planejamento, as organizações (as cidades) devem considerar o horizonte de
tempo para o qual a estratégia será criada: a VISÃO DE FUTURO. A visão
estratégica descreve uma direção futura, cria uma imagem clara para onde a
CIDADE quer chegar, apoia a parceria
entre todos os envolvidos na construção do futuro, promove a inovação, motiva e
inspira a equipe, orienta os objetivos, expressa a percepção externa, como a
cidade, o município quer ser percebido pelo mundo. Essa visão torna possível aos vários programas sociais
ter seus efeitos multiplicadores.
A visão estratégica cobra dos administradores de cidades a
resposta a duas perguntas: para onde a cidade caminha hoje? Qual é a vocação da
cidade? As respostam possíveis somente se associadas co-responsabilidade entre
poder público e a sociedade. Todos os interessados, os agentes sociais, devem
estar envolvidos no processo de construir um futuro diferente e,
consequentemente uma cidade melhor para se viver.
A função social da cidade é acolher as pessoas. Nela
nascemos, crescemos, trabalhamos, nela vivemos. Podemos dizer, com convicção,
que a cidade foi criada para as pessoas e não para os automóveis.
A VISÃO ESTRATÉGICA DA CIDADE
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segunda-feira, junho 12, 2017
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