Os professores liderados pelo Sinprofe fizeram uma manifestação nesta terça-feira, 04, em Barreiras tentando pressionar o governo municipal a cumprir o reajuste dentro da data base aprovada por Lei Municipal na legislatura passada. Eles saíram em caminhada e pararam para discursar em frente a prefeitura. A presidente da entidade professora Arizângela Mendonça elogiou a disposição de todos para a luta em defesa dos interesses da categoria. No período da tarde a manifestação foi na sede do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, na praça Duque de Caxias, no centro de Barreiras.
A presidente do Sindsemb, Carmélia da Mata, fez um chamamento para que todos os servidores se mobilizem para a negociação do reajuste salarial dia 11 de abril. Segundo ela caso o reajuste não seja concedido, os servidores voltarão a se reunir em assembleia para novas ações. "Não é nossa intenção fazer greve. Isso só acontecerá em último caso e se não houver mais possibilidade de diálogo," advertiu a líder sindical.
PREFEITURA NÃO VÊ RAZÃO PARA CONFRONTO
A assessoria de Comunicação do Governo Municipal informou ao Mural do Oeste que não há razão para estas manifestações uma vez que a gestão vem dialogando com a categoria. Segundo a ASCOM já foram realizadas duas mesas de negociação, sendo uma no dia 7 e outra no dia 22 de março e que o dialogo será permanente e democrático, já tendo, inclusive, marcada uma nova mesa de negociação no dia 11 de abril. A ASCOM informou ainda que a orientação do governo é manter aberto o canal de comunicação com os servidores, tratando a todos com respeito e dignidade, em busca do diálogo e do entendimento.
BARREIRAS: CARMÉLIA DA MATA DIZ QUE GREVE SÓ EM ÚLTIMO CASO
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terça-feira, abril 04, 2017
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Pressionar o governo sim é imprescindível para chegar a um consenso de interesses, no entanto observo algumas precipitações dos sindicatos junto a categoria em relação ao governo.
ResponderExcluirObserva-se que o governo quer apenas ganhar tempo, esse é o tempo, dois sindicatos fazer suas pressões...e vamos a luta!
Sindicatos e governo caminham juntos.
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