Por Maglon Ribeiro
”Planeja-se o que não se faz e
faz o que não se planeja”
Carlos Matus
Fazer a gestão de uma cidade é administrar para proporcionar
qualidade de vida para as pessoas que nela vivem. Cada vez mais, a gestão
pública municipal, exige da equipe e dos técnicos envolvidos, novos métodos de
conduzir e administrar as cidades.
Os recursos financeiros, humanos e materiais são escassos e
insuficientes na maioria dos casos. Buscar a otimização desses recursos com a
preparando aqueles que os administram é uma exigência da nova realidade da
administração pública municipal. Fazer mais com menos, sabendo planejar cada
ação com eficiente aplicação dos recursos deve ser um objetivo constante dentro
de uma prefeitura.
A formação contínua do indivíduo, bem como alguns hábitos e
características tornam-se decisivos para o sucesso dentro da organização
prefeitura. Critérios referente ao conhecimento, habilidades e atitudes fazem
parte do dia-a-dia de uma prefeitura. Sob esta ótica é preciso dedicação da
organização para atrair, selecionar, treinar e posicionar corretamente o seu
capital humano. Nesse sentido, fica evidente que capacitação de colaboradores
que estão em posições estratégicas da administração tem um papel chave para
manter a instituição prefeitura com uma equipe adequada para produzir com
eficiência e eficácia.
Há um novo cenário diante dos novos gestores, que exige
profissionais capacitados para gerar resultados efetivos na gestão pública.
Tudo começa por identificar os problemas, prioriza-los, de
acordo com suas causas mais relevantes.
A capacidade de governo surge de técnicas, métodos e habilidades de um
governante e sua equipe de governo para conduzir o processo rumo aos objetivos que
devem ser declarados no seu plano de ação governamental. A capacidade de
governo é o conjunto de competências que faz com que as coisas caminhem para um
rumo certo, a partir da visão do prefeito em admitir que é preciso renovar na
forma de governar na atual conjuntura que o Pais atravessa.
O prefeito, ao sentar na cadeira, precisa entender que, por
dentro da gestão, faz-se necessário
alinhar plano de governo,
compromissos de campanha, compromisso políticos , interesses diversos com
o um orçamento anual de trabalho.
Receita prática:Reunir a equipe, secretários de cada setor
com seus principais assessores ,para, a partir de um levantamento da realidade
atual, priorizar os problemas que serão atacados ou minimizados. Em outras
palavras, fazer um planejamento estratégico situacional, que seja a base para o
PPA/LDO/LOA. Esta lógica, conhecida como
duplo-planejamento, busca garantir a convergência entre as ações que o governo
adota para o momento presente (planejamento “hoje para hoje”) e para o momento
futuro (planejamento “hoje para amanhã”), evitando que suas ações sejam guiadas
apenas pelo imediatismo e que seja possível, com isso, obter resultados
efetivos nos quatro anos de governo.
Aos programas, projetos e processos selecionados como
estratégicos deve ser garantido o recurso para a execução plena. Dada a
limitação orçamentária à qual se submetem todos os municípios, um planejamento
cuidadoso, no qual seja possível aferir com critério qual é de fato a
necessidade orçamentária para um ano de cada projeto e cada processo, é de suma
importância para a maximização das atividades do governo.
GESTÃO MUNICIPAL: A CAPACIDADE DE GOVERNO
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segunda-feira, fevereiro 13, 2017
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