A modalidade de compra pela internet tem conquistado a preferência do consumidor, contrariando os números do comércio tradicional - 80 mil lojas do varejo fecharam as portas em 2015, enquanto as lojas virtuais cresceram 21,52% no mesmo período.
Mapeando a rede brasileira, constatou-se que essas lojas representavam 2,65% de todos os endereços eletrônicos no Brasil, e agora são 3,54%. Seguindo esta tendência, as lojas virtuais que dispunham de espaço físico caíram de 14,53% para 13,46%.
Os dados foram obtidos em uma pesquisa realizada pelo Digital Shopper Relevancy Report, e mostra que o brasileiro dá muito valor a experiência de compra de terceiros, o famoso boca-a-boca, na hora de fechar o negócio nas compras online.
Além disso, também foi desenvolvido o hábito de pesquisar o produto na internet antes de bater o martelo, mesmo quando não se trata de uma compra na web.
Na pesquisa foram consultados mais de 18 mil compradores em 18 países e 75% reforçaram a importância da internet na obtenção das informações sobre o produto desejado.
A pesquisa também mostrou que 43% dos brasileiros consideram fundamental ter disponível o rastreamento do produto em cada etapa do pós-venda até o portão de casa.
Uma explicação para o fechamento de espaços físicos das lojas virtuais pode ser a carga tributária para se manter um espaço, além dos encargos com funcionários diretos empregados nestes locais, ao passo que em um site de e-commerce toda a mão-de-obra é terceirizada, desde a empresa que fornece o analista que cuida do site, até a transportadora responsável pela entrega da mercadoria.
Segurança
Mesmo com expressivos números de crescimento, 47% dos brasileiros ainda temem colocar seus dados na rede, não muito distante da média mundial que é 44%.
Carteiras digitais como o PayPal são uma saída para os donos de lojas virtuais. Esse tipo de negociação garante o recebimento do pagamento para o lojista, e o recebimento do produto para o consumidor.
Através de certificações de segurança digital, muito comuns atualmente em transações e assinatura de contratos na internet, o serviço garante a segurança dos dados do cartão de crédito do usuário, funcionando como uma consulta de crédito virtual antecipada, por meio da operadora.
Caso o cliente não receba o produto, o valor é devolvido. O reclamante tem até 6 meses após a data da compra para pedir o reembolso.
Por outro lado, caso o lojista virtual sofra um calote, ele pode solicitar o pagamento da mercadoria à mesma carteira, garantindo assim que não seja vítima de fraude eletrônica.
Vale lembrar que, como o Brasil não possui regulamentação específica para a internet, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) ampara o cidadão que compra online.
Publicada pelo Leia Já, site parceiro do Tribuna da Bahia
COMPRAS ON LINE CONQUISTAM 75% DOS BRASILEIROS
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terça-feira, junho 21, 2016
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