Uma informação, extra-oficial, chegou agora ao Mural do Oeste. A prefeitura de São Desidério teria autorizado a construção da obra que causou o maior desastre ambiental da região porque seria beneficiária de uma verba de um milhão de reais por mês, de impostos que seriam recolhidos junto a empresa Neoenergia, responsável pela construção da sinistra obra que tão graves consequeências provoca agora e provocará no futuro para a sobrevivência do nosso amado Rio Grande.
Se isto realmente ocorreu,(Se o prefeito de São Desidério autorizou a obra pensando apenas no dinheiro que receberia), cometeu um grave erro estratégico, político e mostrou que tem uma visão miope. Enquanto o mundo inteiro busca formas alternativas de energia, como a eólica, a energia solar (que a região pode oferecer de sobra), o prefeito de São Desidério agiu na contramão da história e não teve bom senso e nem sensibilidade para optar pela defesa do meio ambiental. Poderia simplesmente ter proibido a obra em seu municipio como já fizeram outros prefeitos mais antenados com a realidade e com uma melhor visão administrativa
Além de São Desidério, O Rio Grande Banha Barreiras, zona rural de Riachão das Neves, zona rural de Cotegipe, zona rural de Wanderley e Barra. Todos estes municipios serão prejudicados com a degradação ambiental do Rio. Por outro lado, o Ingá, orgão do governo que cuida da liberação de recursos hídricos na Bahia enviou correspondência a imprensa confirmando que o desastre aconteceu e que providências serão tomadas. Resta saber se isto efetivamente ocorrerá, uma vez que toda a região oeste espera uma resposta dura e definitiva para que absurdos como estes não voltem a acontecer. Não podemos deixar o Rio Grande e nem qualquer outro rio morrer por causa da ganância sem limites do poderosos. Fica ao prefeito Zito Barbosa, democraticamente, o espaço aberto para que ele possa dizer o que aconteceu e quem são os verdadeiros culpados. Ele até agora permance em silencio. Tá na hora de falar prefeito. O povo que lhe ouvir.
Se isto realmente ocorreu,(Se o prefeito de São Desidério autorizou a obra pensando apenas no dinheiro que receberia), cometeu um grave erro estratégico, político e mostrou que tem uma visão miope. Enquanto o mundo inteiro busca formas alternativas de energia, como a eólica, a energia solar (que a região pode oferecer de sobra), o prefeito de São Desidério agiu na contramão da história e não teve bom senso e nem sensibilidade para optar pela defesa do meio ambiental. Poderia simplesmente ter proibido a obra em seu municipio como já fizeram outros prefeitos mais antenados com a realidade e com uma melhor visão administrativa
Além de São Desidério, O Rio Grande Banha Barreiras, zona rural de Riachão das Neves, zona rural de Cotegipe, zona rural de Wanderley e Barra. Todos estes municipios serão prejudicados com a degradação ambiental do Rio. Por outro lado, o Ingá, orgão do governo que cuida da liberação de recursos hídricos na Bahia enviou correspondência a imprensa confirmando que o desastre aconteceu e que providências serão tomadas. Resta saber se isto efetivamente ocorrerá, uma vez que toda a região oeste espera uma resposta dura e definitiva para que absurdos como estes não voltem a acontecer. Não podemos deixar o Rio Grande e nem qualquer outro rio morrer por causa da ganância sem limites do poderosos. Fica ao prefeito Zito Barbosa, democraticamente, o espaço aberto para que ele possa dizer o que aconteceu e quem são os verdadeiros culpados. Ele até agora permance em silencio. Tá na hora de falar prefeito. O povo que lhe ouvir.
UM MILHÃO DE REAIS DE IMPOSTOS PELA LIBERAÇÃO DA BARRAGEM DE SÃO DESIDÉRIO
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sábado, outubro 02, 2010
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